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A mostrar mensagens de Maio, 2016

MOÇAMBIQUE por COMBONIANOS Bispos moçambicanos promovem dia de oração pela paz

IRAQUE Exército iraquiano segura avanço contra Fallujah

PORTUGAL "Com este Governo, a economia está a andar para trás

EUCARISTIA Eucaristia: a revolução

PORTUGAL Igreja junta-se a manifestação dos colégios em defesa da liberdade de ensino

MEDIO ORIENTE Genocídio de cristãs e minorias.

ANGOLA VIANA terra também regada com o sangue do Padre Lima e seus companheiros. por

MOÇAMBIQUE Sequestradores caiem nas malhas da Polícia

VATICANO Papa diz a crianças: "imigrantes não são um perigo, estão em perigo

PORTUGAL FÁTIMA Igreja apela aos peregrinos para rezarem pelos refugiados

PORTUGAL Marcelo homenageia herança árabe portuguesa e diz "basta" ao extremismo

VOCAÇÃO As vocações são dons da misericórdia divina por ARMANDO SOARES *

DEPRESSÃO Metade das pessoas que tomam antidepressivos não estão deprimidas

HONG KONG Mais de 3 mil catecúmenos foram baptizados na vigília pascal.

VATICANO Agentes pastorais assassinados em 2015

GRÉCIA / Lesbos Papa visitou os Refugiados retidos no campo de Moria, por ARMANDO SOARES

Tempo de Poesia PEQUENO PAULITO IR LUÍS – NAMPULA

CURIOSIDADES Insónias DURMA MELHOR

MISSIONÁRIOS “Mulheres e homens de misericórdia”: Dia dos Missionários Mártires pelas OMPI

SÍRIA Patriarcas de Antioquia recordam os dois Bispos sequestrados “Não buscamos a proteção dos ‘Grandes’. Nossa esperança está somente no Senhor” Já lá vão três anos após o desaparecimento dos 2 Bispos Metropolitas de Aleppo – o sírio-ortodoxo Mar Gregorios Yohanna Ibrahim e o greco-ortodoxo Boulos Yazigi. O Patriarca sírio-ortodoxo de Antioquia, Mar Ignatius Aphrem II, e o Patriarca greco-ortodoxo de Antioquia, Yohanna X, recordam o caso dos dois irmãos no episcopado sequestrados nas proximidades de Aleppo em 22.04.2013. Numa longa mensagem, dirigem-se a seus “amados filhos espirituais” sírios e todos os homens, analisando de modo eloquente o ponto de vista dos líderes das Igrejas cristãs do Oriente em relação às convulsões médio-orientais. O caso dos dois Bispos sequestrados – diz a mensagem – representa “uma imagem em miniatura do grande sofrimento humano causado pelo terrorismo”, feito de “massacres, sequestros e deportações”. No entanto, se a intenção do sequestro era semear terror entre os baptizados, os dois Patriarcas advertem que a operação não obteve sucesso: “Nós, cristãos”, consta no documento, “somos descendentes daqueles que, há dois mil anos, trouxeram o nome de Cristo a esta terra. (...). Nós não somos grandes e não temos o apoio dos ‘Grandes’, mas “prezamos a nossa herança de antioquinos orientais, vivendo no meio de dificuldades e tribulações”. “Neste caminho – frisam – não poupamos esforços, mas a nossa grande esperança está somente em Deus”. “Continuaremos a viver neste Oriente, a tocar nossos sinos, a construir nossas igrejas e a erguer nossas cruzes. Os braços estendidos nestas cruzes se unirão aos de nossos irmãos muçulmanos”, lê-se ainda no longo texto patriarcal, que reitera que os adeptos do islão “sofrem como nós os golpes amargos do terrorismo cego Takfîr”, definido como “um danado intruso” no relacionamento passado e presente entre cristãos e muçulmanos. Os sofrimentos dos cristãos do Oriente são vistos à luz da salvação prometida por Cristo: “Não obstante o horror da situação e a sua gravidade” – escrevem os Patriarcas Ma Aphrem e Boulos - “derramamos isso tudo no caminho da via-sacra de Jesus Cristo. Os dois Patriarcas surpreendem-nos: “Nós”, lê-se no documento, não éramos uma ‘minoria’ e nunca o seremos”. Àqueles “que têm paixão pelas ‘minorias’ e àqueles que estão “escancarando as portas” para receber os refugiados sírios, os dois Patriarcas repetem que seria mais razoável buscar uma solução para os conflitos e assim, fazer com que as pessoas fossem preservadas dos perigos mortais nas travessias por mar. “Apreciamos todos os esforços humanitários de governos e organizações”. “Todavia, insistem, devemos afirmar, sem meios-termos: não podemos ser protegidos facilitando a migração dos refugiados. Queremos apenas a paz. Uma paz “que não se baseia em conceitos de minorias e maiorias, mas se funda na coexistência, na cidadania e no teor religioso, não extremista”. Uma paz que certamente não pode chegar apenas aplicando, do exterior, “sanções económicas que fazem mal exclusivamente às crianças sem casa e às pessoas pobres. Voltando ao caso dos Bispos sequestrados, agradecem a comunidade internacional pelas diversas expressões públicas de solidariedade, mas convidam todos a substituir “declarações de condenação e promessas” com iniciativas concretas que documentem, concretamente, as boas intenções. Os dois Patriarcas convidam todos os seus irmãos na fé a encararem seus sofrimentos à luz de Cristo Ressuscitado, o único que pode “confortar o coração de nossos filhos e estabelecer a paz na terra da paz; esta terra do Oriente” afirma o comunicado, “que agora sangra, mas que sem dúvida ressurgirá. Nós somos os filhos da Ressurreição e da Luz”. Fides 22/4/2016) (555)

ASSOCIAÇÃO REGINA MUNDI por FERNANDO SILVA

ESTADO ISLÂMICO Estado Islâmico queima livros cristãos em Mosul

SMBN CUCUJÃES Encontro anual das famílias dos Missionários da Boa Nova por P. JOAQUIM PINHO

MISERICÓRDIA Domingo da Misericórdia por FREI LUIS TURRA*