SIRIA Nos ataques, os EUA usaram caças-bombardeiros e aviões não tripulados
SIRIA
Nos ataques, os EUA usaram caças-bombardeiros e aviões não tripulados
Nos ataques, os EUA usaram caças-bombardeiros e aviões não tripulados
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| Adicionar legenda Por Agência Lusa publicado em 9 Out 2014 - 23:25 |
As
forças militares dos EUA realizaram na quarta e na quinta-feira cinco ataques a
posições da organização Estado Islâmico (EI) na Síria, concentrados na cidade
curda de Kobani, fronteiriça com a Turquia, ameaçada pelos extremistas sunitas.
A
organização militar que controla estas ações, o Comando Central dos EUA
(Centcom), indicou que os cinco bombardeamentos ocorreram no sul da cidade,
tendo destruído um edifício de apoio e dois veículos e atingido duas unidades
de combate, uma das quais de tamanho importante.
Na
realização destes ataques, os EUA usaram caças-bombardeiros e aviões não
tripulados.
O
Centcom adiantou que está a acompanhar a situação em Kobani “estreitamente” e
acrescentou que “há indícios de que a milícia curda continua a controlar a
maior parte da cidade”, apesar dos ataques do EI.
Os
combatentes sunitas iniciaram o assalto a Kobani há pouco mais de três semanas,
após o que a coligação internacional começou a bombardear posições do EI em
território sírio.
Nas
últimas semanas, as Unidades de Proteção do Povo Curdo confrontaram-se em
Kobani e arredores com militantes do EI, mas não conseguiram impedir que estes
ganhassem o controlo o controlo de cerca de um terço da localidade fronteiriça.
“Receio
que Kobani caia”, afirmou esta semana o chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA,
Martin Dempsey, que está em contato permanente com as autoridades turcas, que
deslocaram tropas para o seu lado da fronteira na eventualidade de um avanço do
EI.
O
presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, considera que para acabar com a
ameaça do EI na cidade é necessária uma ofensiva terrestre, intenção que tem o
apoio do parlamento turco, mas não o do Presidente sírio, Bachar al-Assad, que
se opõe frontalmente.



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