REFUGIADOS AI E REFUGIADOS

REFUGIADOS
AI e Refugiados
A Amnistia Internacional divulgou os países que receberam mais refugiados. São : a Jordânia (+2.7 milhões de refugiados), a Turquia (+2.  milhões), o Paquistão (1.6 milhões), o Líbano (+1.5 milhões), o Irão (979,400), a Etiópia (763,100), o Quénia (553,900), o Uganda  (477,200), a República Democrática do Congo (383,100) e o Chade (369,500).
Num total de 193 nações, estes dez países  recebem mais de metade (56%) dos 21 milhões de refugiados que existem actualmente no mundo. Perante esta desigualdade, a Secretária Geral da Amnistia Internacional, Salil Shetty, explica: “Um número pequeno de países foi obrigado a fazer demasiado [em relação ao drama dos refugiados] simplesmente porque são vizinhos de uma crise”, e acrescenta: “E esta situação é insustentável quer para esses países, quer para os
próprios refugiados.”
A directora da AI mostrou-se incrédula perante a apatia dos líderes dos governos mundiais e apelou: “Está na hora de os líderes mundiais explicarem porque razão conseguem resgatar bancos, desenvolver novas tecnologias e financiar guerras, mas não conseguem encontrar um lugar seguro para os 21 milhões de refugiados, que são apenas 0.3% da população mundial, e que se viu forçada a abandonar as suas casas por causa da guerra e da perseguição”.

Alguns números no relatório da AI:

• Em 2015 mais de um milhão de refugiados emigrantes chegaram à Europa por mar, suspeitando-se que quatro mil morreram afogados; • Registaram-se mais de 3.500 mortes nos primeiros nove meses de 2016; • Na América Central, há refugiados que na tentativa de chegar aos E.U.A. são vítimas de rapto, extorsão, agressão sexual e assassinatos durante a sua viagem do México rumo à fronteira norte-americana; • O Líbano, com uma população de 4.5 milhões de pessoas  recebeu mais de 1.1 milhões de refugiados sírios. AS

Mensagens populares deste blogue

EGIPTO Nova explosão no Egito às portas de outra igreja

FÁTIMA Centenário das Aparições – Papa Francisco presidirá à canonização de Francisco e Jacinta Marto

SÍRIA Coligação internacional bombardeia barco e mata mulher e filhos