VATICANO SÍNODO: #Synod2018: "Igreja não tem medo de ouvir os jovens"
VATICANO
Sínodo: #Synod2018: "Igreja não tem medo de ouvir os jovens"
Foi
apresentada aos jornalistas a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos
Bispos, (03/10-28/10) que terá o tema: "Juventude, fé e discernimento
vocacional". Estavam presentes os Cardeais Lorenzo Baldisseri,
Secretário-geral do Sínodo dos Bispos, e Sérgio da Rocha, (arcebispo de
Brasília) Relator geral, e Dom Fabio Fabene, subsecretário da Secretaria-geral.
Barbara Castelli, Cristiane Murray - Cidade do
Vaticano
Foi
apresentada na Sala de Imprensa da Santa Sé a XV Assembleia Geral Ordinária do
Sínodo dos Bispos, que começa quarta-feira (03/10) e vai até domingo (28/10)
com o tema: "Juventude, fé e discernimento vocacional". Estavam
presentes para ilustrar o evento os Cardeais Lorenzo Baldisseri, Secretário-geral do Sínodo dos Bispos, e Sérgio da Rocha,(arcebispo de
Brasília) Relator geral, e Dom
Fabio Fabene, subsecretário da Secretaria-geral.
Jovens = desafio
A
Igreja está pronta para se por “à escuta da voz, da sensibilidade e da fé dos
jovens, mas também quer ouvir suas críticas e dúvidas”, disse Baldisseri. “O
tema dos jovens é um desafio e a Igreja não tem medo de enfrentá-lo, mesmo que
seja difícil e insidioso”, prosseguiu.
Indo além dos escândalos
“Os
jovens olharão para a Igreja ‘além dos escândalos que a atingiram’, pois são
abertos para compreender a fragilidade humana”, completou o Secretário-geral,
explicando que “os trabalhos serão divididos em três fases, correspondentes às
partes do Documento de Trabalho (Instrumentum Laboris): Reconhecer (a Igreja em
escuta da realidade); Interpretar (fé e discernimento vocacional); e Escolher
(caminhos de conversão pastoral e missionária).
Instrumentum Laboris é ponto de partida
Por
sua vez, o Cardeal brasileiro Sérgio da Rocha, nomeado pelo Papa como
Relator-geral do Sínodo sobre os Jovens, indicou que o Instrumentum Laboris é a
referência, a síntese das ilhares de páginas de testemunhos, reflexões e
demandas que provieram de todo o mundo. “Certamente não é a receita pronta para
acompanhar os jovens à fé e à plenitude da vida, nem muito menos uma solução
fabricada para os questionamentos propostos no encontro pré-sinodal”.
Um "novo" Sínodo
Ainda
na coletiva, foi apresentada a nova Instrução sobre a celebração das
Assembleias Sinodais e a atividade da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos,
promulgada com a constituição apostólica do Papa, Episcopalis communio, no último dia
15 de setembro.
“Todas
as funções e procedimentos estão regulamentados para facilitar o máximo os
debates e a troca de opiniões entre os Padres Sinodais, de modo que possa
emergir a riqueza das vozes das Igrejas espalhadas por toda a terra”, explicou
o subsecretário Fabio Fabene.
Poder deliberativo
Uma
das principais novidades da nova Instrução é que o Sínodo poderá ter poder
deliberativo, se o Papa assim decidir. Neste caso, o Santo Padre apenas
ratificaria o Documento Final redigido e aprovado na conclusão da Assembleia. VATICANVANEWS


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