LISBOA Há sons no silêncio este fim-de-semana na Gulbenkian Ânia Ataíde

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Há sons no silêncio este fim-de-semana na Gulbenkian

Na clareira do Jardim Gulbenkian vai haver leituras de Fernando Pessoa e do poeta Walt Whitman. É um “duelo” entre os dois poetas, “como se eles se tivessem, efetivamente, encontrado”.

Walt Whitman e Fernando Pessoa em duelo. É este o desafio para as tardes deste fim-de-semana proposto pela Gulbenkian, com a iniciativa “Sons no Silêncio”.
Os finalistas do concurso Dá Voz à Letra 2015, João Teixeira, Matilde Anjos, Maria Casquinha, Pedro Freitas, Rita Sousa, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, vão fazer leituras dos dois génios.
“A palavra (o Verbo), princípio e fim da mente humana, desafia a quietude do jardim, o ruído da cidade, os sons que irrompem de recantos misteriosos. Os corpos vibram. A palavra diz-se”, promete a Gulbenkian, porque “dizer, é preciso”.
A iniciativa, dirigida por Carlos Pimenta e seleção de textos de Helena Vasconcelos, partiu da admiração de Fernando Pessoa pelo poeta americano Walt Whitman”, tendo-lhe escrevido “Saudação a Walt Whitman” (Álvaro de Campos).
A partir desta “afinidade” desenharam um “duelo” entre os dois poetas, “como se eles se tivessem, efetivamente,  encontrado”, para ler “um para o outro as suas obras mais exaltantes”.

“Sons no Silêncio” realiza-se sábado e domingo, entre as 16 e as 17 horas, na clareira do Jarim Gulbenkian. A entrada é gratuita.

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