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EUROPA idosos
50 mil mortos  em casas de repouso, em Lares
Lares de idosos: sem meios, sem testes, sem pessoal suficiente.
No continente europeu, metade das vítimas do Covid-19 regista-se em estruturas para idosos. Um número próximo dos 50 mil. «Uma tragédia inimaginável», assim a definiu Hans Kluge, diretor regional da Organização Mundial de Saúde para a Europa.
Isto dita a necessidade urgente de repensar como funcionam e como deverão funcionar no futuro. Em causa os Lares de idosos, que enfermam de meios e recursos humanos qualificados de médicos e enfermeiros. 
A Europa tem hoje a idade média dos cidadãos mais elevada do mundo com 43 anos, dez a mais do que os 33 anos da América e da Oceania. Além disso, a esperança de vida – dados da OMS de 2018 – ultrapassou a de outros continentes, embora o país que lidera esta classificação específica continue a ser o Japão, com 84 anos.
Acontece que a solidariedade entre as gerações é um dever em cada cultura, mas “os jovens nem sempre estão na comunidade ao serviço dos idosos
É urgente abrir uma reflexão profunda sobre o ser idoso no século XXI. “A velhice não é uma doença, é um privilégio! A solidão pode ser uma doença, mas com caridade, proximidade e conforto espiritual podemos curá-la”, disse o Papa Francisco, em 31 janeiro 2020, no Vaticano aos participantes do primeiro Congresso Internacional de Pastoral para Idosos, centrado no tema “A riqueza dos anos”.
Em Portugal, os Lares e Centros Sociais foram 'lembrados' em abril, perante o apelo e a insistência da União ads Misericórdias e do Padre Lino do CNS.

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