ARÁBIA SAUDITA/conversão? Saudita que seguia ensinos de Bin Laden se rende a Jesus: “Me apaixonei por Ele”
ARÁBIA SAUDITA/conversão?
Saudita que seguia ensinos de Bin Laden se rende a Jesus: “Me apaixonei
por Ele”
Depois de
comparar a Bíblia e o Alcorão, Al Fadi deixou as tradições do Islã e começou
uma vida com novos valores.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS
SEXTA-FEIRA, 1 MARÇO DE 2019 AS 5:17
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Depois de comparar a Bíblia e o Alcorão, Al Fadi deixou as tradições do Islã e começou uma vida com novos valores. (Foto: Divulgação)
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Al Fadi se orgulhava de ser um muçulmano nascido na Arábia Saudita, considerada o centro do Islã. Na adolescência, ele buscou se juntar à jihad contra os soviéticos no Afeganistão e morrer por suas convicções sob a liderança de Osama Bin Laden, fundador da al-Qaeda.
Depois de comparar a Bíblia e o Alcorão, Al Fadi deixou as
tradições do Islã e começou uma vida com novos valores. (Foto: Divulgação)
“Eu realmente admirava esse homem por deixar a riqueza
de sua família para lutar e morrer por seu deus”, disse Al Faid à CBN News. “Eu
sabia que, se fosse morrer para promover o Islã, essa seria a única vez em que
meus pecados seriam perdoados. Eu não iria apenas para o céu, mas iria para o
nível mais alto, para o paraíso”.
Aos 16 anos, adepto à linha mais extremista do Islã,
ele memorizou metade do Alcorão e já conduzia as orações em sua mesquita local.
Mais tarde, ele foi incentivado por seus pais a se formar nos Estados Unidos.
Ele foi para a Universidade do Arizona decidido a espalhar
a mensagem da jihad e atrair pessoas para o islamismo. O primeiro alvo de
proselitismo seria uma família que o recebeu no programa de orientação cultural
— mas eles eram cristãos.
Al Faid aprendeu que os cristãos ocidentais são
moralmente fracos, mas essa família mostrou um forte senso de valores e
caráter. “Foi muito desconcertante para mim porque me perguntei: ‘De onde eles
tiraram esse valor moral?’. Eu aprendi que a Bíblia deles era corrupta. Mas me
senti como um anão espiritual comparado a eles”, comentou.
Ele ficou ainda mais constrangido com o amor que
recebeu da família. “Comecei a perceber que o Islã não era a religião que
cresci achando que era”, admitiu.
O mesmo aconteceu quando ele passou a trabalhar com um
colega cristão. “Eu estava seguindo o melhor dos profetas, Maomé, e ainda
sentia a mesma dor interior. Comecei a perceber que Jesus era a fonte da
mudança”, lembra.
Crença em questionamento GUIAME.CO
M
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